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Acesso livre às normas de Turismo: mais informação, mais qualidade, mais segurança.

Com essa liberação, nós que somos VIAJANTES teremos muito mais argumentos para exigir serviços de turismo com qualidade e segurança. E isso vale pra tudo: atendimento, serviços de hospedagens, comprometimento da empresa com a sustentabilidade da região, conhecimento de um guia de turismo, e principalmente segurança no fornecimento de atividades de turismo de aventura, como Rafting, Rapel, Tirolesa, Arvorismo, Cavalgadas, Passeios de Barco, Cicloturismo, Exploração de Cavernas, Trekkings, Acampamentos, Off-road, Bung Jamp, etc…

A novidade é que, como agora qualquer um pode ter acesso às normas, tanto nós, turistas, podemos saber quais são as normas que as empresas têm que seguir (e cobrar que sigam!), quanto as próprias empresas agora têm as normas fáceis (e GRATUITAS) para serem consultadas – o que também facilita e estimula a implementação delas.

Com isso, todos nós saímos ganhando: o turista, o empresário, a comunidade, e o Brasil como um todo.

Aqui ficam nossos PARABÉNS a esta iniciativa do Ministério do Turismo e as organizações que colaboraram e participaram de todo o processo de concepção e gestão das 57 normas técnicas – 18 das quais criadas a partir do empenho direto do Ministério do Turismo, e 15 delas destinadas ao setor de turismo de aventura.

ACESSE TODAS AS NORMAS no site www.abntnet.com.br/mtur

Excelência em turismo de aventura

Boa parte dessas normas tem como principal objetivo estruturar as empresas que oferecem opções em turismo de aventura, segmento importante para atração dos turistas estrangeiros. Das 57 normas em vigor, 18 foram elaboradas como resultado direto das ações do MTur: 15 são na área de aventura e três de meios de hospedagem. As 10 em vias de publicação também dizem respeito ao segmento turismo de aventura. Uma vez publicadas, serão 25 normas técnicas brasileiras exclusivamente para esse segmento.

Algumas das principais normas versam sobre gestão de sistemas de sustentabilidade e segurança no turismo de aventura. A maior parte, porém, diz respeito a competências profissionais e empresariais. No quesito sustentabilidade, por exemplo, existem definições quanto ao uso da água, ao tratamento de resíduos e à qualidade de serviços.

Qualificação e certificação no turismo

A criação de normas é a base da qualificação profissional, uma das principais metas do Ministério do Turismo, que já investiu R$ 22,1 milhões em ações com essa finalidade, principalmente dentro dos programas Aventura Segura, que estrutura o setor de turismo de aventura, e o Bem Receber, voltado à qualidade hoteleira. A parceria estabelecida prevê, além da disponibilização gratuita das normas, que a ABNT passa a representar o Brasil em fóruns nacionais, regionais e internacionais de normalização (exceto no âmbito governamental) e também junto à ISO – International Organization for Standardization.

Uma vez estabelecidas as normas para o setor, o próximo passo é a certificação das empresas que adquirirem essas normas. Para isso, o Ministério do Turismo estabeleceu parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP) e o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), para o estímulo ao surgimento de novas instituições certificadoras. Atualmente só o Instituto de Hospitalidade emite certificados para o setor de turismo.

O mercado de turismo de aventura mobiliza hoje aproximadamente três milhões de turistas e possui um faturamento anual superior a R$ 290 milhões. Segundo estimativas, um total de 2 mil empresas comercializam hoje 25 atividades de aventura no Brasil.

Agora a qualificação das empresas depende dos turistas

Como em qualquer setor, quem dá as regras é o mercado e, no turismo, o mercado somos nós: Turistas. Por isso, se queremos ter serviços com mais qualidade, sustentabilidade e segurança, precisamos exigir isso das empresas, precisamos preferir empresas responsáveis, precisamos valorizar aquelas que investem para seguir as normas – mesmo que o valor seja um pouco mais alto; enfim, precisamos fazer a nossa parte para que todo esse processo de certificação e normalização seja uma realidade e traga benefícios a todos nós.

Como sempre, se cada um fizer sua parte, seguimos para frente.

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4 Comments

  1. 4 de janeiro de 2009    

    Bopa Tarde.
    Gostaria de obter normas sobre construção de uma tirolesa de 300m.
    Grato.
    Michael

  2. Oi Michael,

    Vc pode acessar este link http://www.abntnet.com.br/mtur (o mesmo que está no post) para ter acesso às normas.

    Sugiro tbém que visite o site da ABETA – Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (www.abeta.com.br). Lá procure os links sobre certificação e sobre o Programa Aventura Segura.

    abs

  3. 10 de março de 2009    

    Boa tarde,

    Não encontrei normas de segurança para Fora de estrada com Quadriciclos. Apesar de usarmos capacete com quexira, óculos e luvas, o que mais necessita para amior segurança em caso de colisão ou capotamento. Inclusive para as c=rianças, mesmo maiores de 8 anos, não serem projetasdas para fora em caso de colisão.
    Pensamos na gaiola, mas creio que sserá um fator de risco. Qual a probabilidade da gaila não machucar os praticantes em caso de capotamento?
    Pensamos também em acrescentar um encosto para os garupas, dando assim maior conforto e estabilidade ao corpo devido aos movimentos de quem pilota.
    Aguard maiores informaões
    Grata

  4. Oi Liliana,

    Se não estou enganada, essas normas dizem respeito a atividades de aventura no ecoturismo.

    Quadriciclo deve entrar junto com motocroos e offroad 4×4, ou seja… outra tipo de aventura.

    Sugiro entrar em contato com a ABETA (www.abeta.com.br) pra ver se o que eu disse procede.

    O que já posso te adiantar é que essas normas, além da segurança do praticante, também visam os cuidados com o meio ambiente.

    Vc sabia que de tempos em tempos devemos deixar uma trilha “descançar” para que os animais possam ter o sossego e segurança necessária no período de reprodução?
    Pra saber quanto tempo e quando, é necessário um estudo prévio por biólogos ou especialistas.

    Espero que vc encontre as infos que precisa na ABETA.

    Abs

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