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Chega ao fim a Campus Party Brasil 2008

Em nossas viagens, a melhor experiência costuma ser a vivência em culturas diferentes, e na Campus Party não foi diferente. Uma viagem incrível, 7 dias de festa, aprendizado, novos amigos, novas idéias, novas visões.

E falando em visão, o que não escapou aos nossos olhos e aos olhos de muitos blogueiros presentes no evento, foi a falta do Campus Verde, como já mencionamos em post anterior.

A Bióloga Paula Signorini do blog Rastro de Carbono foi uma das mais atuantes em cobrar satisfações e soluções da organização do evento.

Outros também deram suas contribuições sobre o assunto como o João Malavolta do Ecobservatório, Tiago Ben Agostini do Radar Cultura, a Geóloga Claudia Chow do Sustentabilidade / Ecodesenvolvimento e a brilhante cobertura de Thiago Carrapatoso do Planeta Sustentável são alguns dos lugares onde o assunto repercutiu.

Graças a esse levante dos participantes da chamada Blogosfera, o coordenador da Campus Party da Espanha e um dos responsáveis pelo Campus Verde – Juan Negrillo – se reuniu com os campuseros verdes para se justificar e aceitar sugestões para as próximas edições do Campus Party.

Estaremos lá para conferir.

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Em tempo, ficam aqui nossas sugestões para uma próxima Campus Party mais consciente.

  • Envolver os participantes convidando-os a colaborar com a coleta seletiva. Se não há recursos para investir em material gráfico (que no final das contas também gera lixo), e o evento é de tecnologia e o principal meio de comunicação é virtual, então usemos a ferramenta. Que tal emails descontraídos para os participantes sugerindo que tomem banhos rápidos para economia de água, ou que cooperem com a coleta seletiva jogando o lixo em lugares adequados, ou que desliguem seus monitores quando não estiverem na bancada… enfim
  • Outra coisa bem interessante que poderia ser adotada e, de quebra, contribuir para um trabalho sócio-ambiental, é montar um estande de descarte de lixo tecnológico como monitores e peças de computadores antigos para que sejam reciclados, remontados e doados à alguma instituição carente. Quem não gostaria de se livrar daquele pc velho sabendo que ele seria útil para alguém?
  • E já que o evento sugeriu a compensação de carbono com o programa Click Árvore da SOS Mata Atlântica, poderia ter disponibilizado um lugar especial, um terminal, com computador e sinalização adequada com mensagens do tipo “Clique sua árvore agora e contribua para a preservação da Mata Atlântica” para que os participantes, ao passarem por ali, se sentissem motivados a contribuir com a campanha (que a Campus Party divulgou tão timidamente este ano).

Essas são algumas soluções que sugerimos que dependem mais de iniciativa do que de grandes investimentos.

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