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Dicas para um roteiro pela Argentina

Como ir, o que levar e o que fazer na Argentina?

Pra nos ajudar a planejar nossa passagem por lá, reunimos algumas informações e dicas preciosas de amigos e blogs de viajantes. Algumas no prático estilo “copy/paste”, porque o objetivo aqui é fazer um guia de referência rápida, para termos uma ideia do que podemos encontrar pelo caminho e decidirmos onde será mais interessante parar quando estivermos na estrada.

O problema disso é que descobrimos tantas coisas pra fazer e tantos lugares que gostaríamos de conhecer na Argentina, que só uma “passada” definitivamente não é suficiente para conhecer um país tão cheio de riquezas naturais e culturais; então… está decidido que vamos com calma pra curtir tudo o que já sabemos que tem por lá, e certamente um monte de outras coisas que ainda vamos descobrir.

Nesse primeiro esboço de roteiro (sim, porque cada vez que a gente fala sobre o assunto, algum atrativo entra ou sai e as rotas mudam), vamos descendo pelo lado leste da Argentina, pela Ruta 3 e depois de chegar no Fim do Mundo vamos voltar subindo pelo lado oeste, pela Ruta 40, que é a rodovia mais longa e, dizem, espetacular da Argentina.

Com o total de 5.200 km a Ruta 40 une 3 regiões da Argentina: Patagônia, Cuyo e Norte. Não pretendemos fazer toda sua extensão, mas ao que parece, faremos um bom pedaço. Talvez um pequeno zigue-zague para o Chile em alguns pontos, mas isso vai depender das condições das estrada, e as nossas 😉  http://www.argentina.travel/pt/ativa/ruta-40


Exibir mapa ampliado

 

[styled_box title=”A) Luján” color=”yellow”]

Ainda não sabemos se vamos passar do Uruguay para a Argentina de ferry ou por estrada. Estamos avaliando os custos ainda. Mas se optarmos pela estrada, vamos passar por Lujan… e de lá temos uma dica ótima do Mochileiros.com, que foi dada em fev/2011: “Zoo Lujan oferece interatividade com os animais. Você pode chegar perto, tocar e até mesmo alimentar os mais variados animais do zoo. O Zoo fica há cerca de 1:30h de Buenos Aires… A entrada para maiores de 12 anos fica em $50,00, já menores de 11 $40,00 e menores de 3 não pagam. Logo na entrada você recebe um mapa do Zoo e também é possível comprar alimentos para alimentar aves e outros animais que ficam soltos.”…. 

Pesquisando sobre este Zoo, descobrimos que ele, além de ficar em nosso caminho até Buenos Aires, tem estrutura para camping também. Sem dúvida será uma ótima opção de parada com o motorhome 🙂 – http://www.zoolujan.com

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[styled_box title=”B) Buenos Aires” color=”yellow”]

São tantos os atrativos em Buenos Aires que a gente se perde em decidir onde ir, mas desta vez, vamos apenas dar uma espiada nos principais pontos turísticos e para isso vamos aproveitar a dica do Blog Idas e Vindas, que tem uma série de posts sobre Buenos Aires. Um deles é sobre o passeio com o Bus Turístico: “No geral, o passeio me pareceu mesmo muito válido. O preço é justo, os fones com narração em vários idiomas são uma super mão-na-roda, o percurso é bem bacana e os funcionários foram sempre bastante  atenciosos. No entanto, alguns pontos deixaram a desejar… Um deles diz respeito à pontualidade do serviço: mais de uma vez os ônibus chegaram com 10 a 15 minutos de atraso, o que, ao longo de um dia inteiro de passeio, significa muito tempo perdido! Outro ponto negativo é o número escasso de veículos, o que leva os ônibus a circularem lotados...” – vamos ficar atentos a isso 😉

Encontramos também no viajeaqui.abril.com.br uma matéria da Fernanda Paraguassu que deixou a gente com vontade de ser criança, então selecionamos 2 passeios que devem entrar para o nosso roteiro 😉

1)”Uma boa ideia é começar o giro por Palermo. Na Avenida Las Heras fica o Zoológico (4011-9900, www.zoobuenosaires.com.ar; AR$ 34, grátis para menores de 12 anos). Elefante, girafa, urso e cobras enormes prendem a atenção mesmo dos mais distraídos. Há comida para as crianças alimentarem os animais, passeios de barco e aquário. Na Floresta Subtropical, araras dão rasantes sobre nossas cabeças. O Zoo abriga ainda um parquinho e o mais lindo carrossel da cidade.
2)”Mas a diversão mesmo está reservada para o Museo de los Niños (Avenida Corrientes, 3247, nível 2, 4861-2325, www.museoabasto.org.ar; AR$ 40 a AR$ 45, crianças, e AR$ 20, adultos; Cc: A, D, M, V), dentro do Shopping Abasto. Ali as crianças brincam de ser gente grande, como caixa de supermercado, atendente de lanchonete, jogador de futebol, médico, jornalista!

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[styled_box title=”C) San Clemente del Tuyu” color=”yellow”]

Seguindo a dica do nosso amigo Peter Goldschmidt – que está no livro Giro pela América – San Clemente del Tuyu é o ponto oposto ao Cabo de Santa Maria, no Uruguay, e marca o final do Rio da Prata. A cidade não é um grande polo turístico, mas parece ter seus encantos. E a informação de que havia lá um oceanário com a mesma qualidade do Sea World norte-americano e que é o maior da América do Sul é sem dúvida um bom motivo para incluir Tuyu no nosso roteiro. Mundo Marino, nos aguarde 😉 www.mundomarino.com.ar

Por lá também podemos conhecer o Parque Temático Bahia Aventura, uma reserva ecológica com boa infraestrutura, museus, palestras ao ar livre, parque para crianças e o farol mais antigo da Argentina (1892), com 58 metros de altura. Até alguns anos atraz, era possível subir e apreciar a vista do alto do farol… mas li alguns relatos de que isso não é mais permitido.

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[styled_box title=”D) Bahia Blanca” color=”yellow”]
Depois, vamos descendo pela Ruta 3, até chegarmos em  Bahia Blanca. Uma cidade ainda na província de Buenos Aires, distante 650 km da Capital Federal. O nome Bahia Blanca tem origem da brancura dos salitres costeiros. É a cidade urbana mais importante do sul argentino e importantíssimo complexo portuário. É possível que seja um ótimo lugar para fazer algumas revisões no nosso motorhome.  www.bahiablanca.gov.ar/turismo

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[styled_box title=”E) Península Valdez” color=”yellow”]

A Península Valdés é Património Mundial desde 1999. É uma parte da Patagônia Argentina que abriga uma grande variedade de animais, espécies marinhas e aves de migração. De Outubro a Março são os pinguins que cobrem as praias. De junho a meados de Dezembro é época de observação de baleias. Outros animais que podem facilmente ser apreciados por lá são os leões marinhos, elefantes marinhos, tatus, guanacos, maras e raposas cinzentas. E em abril é possível flagrar Orcas se divertindo com algumas focas da costa de Punta Norte. Vimos relatos contagiantes no TripAdvisor sobre passeios de barco para ver as baleias bem de pertinho.

A cidade de Puerto Madryn é a porta de entrada para Península Valdés. Tem um aeroporto e há uma aldeia na península, Puerto Pirámides, onde é possível acampar 😉 – http://www.patagonia.com.ar/PuertoPiramides/PeninsulaValdes

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[styled_box title=”F) Trelew – Pinguinera Punta Tombo” color=”yellow”]

Saindo de Puerto Madrin, temos Trelew. Uma cidade que foi fundada por colonos galeses no final do século XIX. Seu nome significa “vilarejo de Luis”, em referência a Lewis Jones, um dos primeiros colonizadores vindos do País de Gales.

Hoje a cidade é um importante pólo econônico. Em Trelew se industrializa e comercializa 90% da lã do país. As atividades agropecuária e turísticas também são fortes na economia do lugar. Mesmo assim, não há campings em Trelew. Pelo menos foi o que constataram Dani e Léo, o casal da Expedição Infinita Highway. Além do que, eles sofreram um assalto lá e ouviram das autoridades que nada se pode fazer. Vamos tomar mais cuidado quando passarmos por lá 😉

Na cidade há 2 museos: o Museu Regional Povo de Luis, que retrata a colonização da região. E o Museu Paleontológico Egidio Feruglio, um dos mais importantes da América do Sul que conserva restos do patrimônio paleontológico da Patagônia. Acho que o Gael vai gostar de ver os ossos dos dinossauoros de perto 😉

Outra atração que ficamos com muita vontade de conhecer é a Punta Tombo onde há uma grande pinguinera. O relato postado pela Dani e pelo Léo nos deixaram com água na boca:…“Estávamos seguindo em direção à Punta Tombo, pinguinera com uma grande colônia de pingüins Magalhães. Diferente da Península Valdés onde ficávamos a longas distâncias dos animais, aqui era possível circular entre eles, vendo-os chocar, nadar, e acasalar. Neste período não tinham filhotes eles estavam trocando de pelagem e muitos pegavam umas ondas apesar do vento forte que soprava e do frio absurdo que fazia, aliás, fomos dos 37°C para os 14°C em um dia. Gostamos muito de caminhar entre estes animais que são extremamente dóceis e divertidos,…” – http://expedicaoinfinitahighway.wordpress.com/2011/03/17/a-caminho-do-estreito-de-magalhaes/

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[styled_box title=”G) Comodoro Rivadavia” color=”yellow”]

Comodoro Rivadavia é a cidade mais populosa da província de Chubut, localizada na Baía de São Jorge. Fundada em 1901, prosperou em 1907 com a descoberta de petróleo (é a capital argentina do petróleo).

Nossa parada por lá vai ser, entre outras coisas, para equipar nosso motorhome com telas protetoras nos vidros  para quando estivermos em estradas de ripio (cascalho).

Lá por perto também há a Reserva Natural Punta Marqués, para ver e fotografar as focas (junto ao Cerro Marqués, indo para o sul, pela RN nº3, a 6 km da Villa Balnearia de Rada Tilly)

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[styled_box title=”H) Rio Gallegos” color=”yellow”]

Capital da pequena província argentina de Santa Cruz. Distante cerca de 2800 quilômetros de Buenos Aires é conhecida como “cidade dos ventos” por causa das freqüentes massas polares vindas da Antártica. Última grande cidade argentina antes do Estreito de Magalhães no Chile, distante 64 quilômetros do Paso de Integración Austral Fronteira da Argentina com o Chile e está a cerca de 670 quilômetros de Ushuaia… ufa… até cansei de tão longe que esse tal de Fim do Mundo está 😉

Além do Aeroporto Internacional Piloto Civil Norberto Fernández,  Rio Gallegos possui várias atrações naturais. ótimo para quem curte trekkings e travessias e, continuando a viagem de carro, a 5 km da fronteira chilena, podemos dar uma paradinha na Laguna Azul. http://www.welcomeargentina.com/riogallegos/excursiones-fuera-ciudad.html

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[styled_box title=”I) Ushuaia – o Fim do Mundo” color=”yellow”]

Lá pelo início do século XX, nascia Ushuaia. A cidade começou a existir em torno da instalação de um grande presídio, que trouxe muitos funcionários administrativos e atraiu novos colonos, mas também fez com que se formasse uma impressão sombria sobre o local.

A partir da metade do século o presídio foi extinto, a cultura se diversificou e o progresso chegou. Atualmente a cidade é um importante pólo turístico da Argentina.

Localizada no Canal de Beagle, Ushuaia tem muitos títulos: é a cidade mais austral do mundo, é a capital da Província da Terra do Fogo, é o porto de mais próximo da Antártica, é o Fim do Mundo… e é pra lá que nós vamos.

No Parque Nacional da Terra do Fogo, veremos bosques nativos, rios glaciares, lagos intocados e muita vida selvagem. Nosso filho, que adora brincar de trenzinho, vai adorar a oportunidade para passear no Trem do Fim do Mundo, que era usado pelos presidiários da antiga Ushuaia para buscar lenha.

Saindo do píer turístico, no centro de Ushuaia, há o passeio em catamarã para fazer uma exploração marítima do Canal de Beagle. Os barcos são climatizados e oferecem uma visão privilegiada das enseadas selvagens, da cidade de Ushuaia e da cordilheira Darwin: visita ao farol Eclaire, à ilha das Aves (cormoranes) e a ilha dos Lobos Marinhos.

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[styled_box title=”J e K) Chile” color=”yellow”]

Sairemos da Terra do Fogo pelo Chile e atravessaremos o Estreito de Magalhães de Pourvenir para Punta Arenas, passaremos pela Pinguineira Seno Otway, depois Puerto Natales, Parque Nacional Torres del Paine, e aí retornaremos à Argentina – aguardem o post sobre planejamento no Chile 😉

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[styled_box title=”L) El Calafate” color=”yellow”]

El Calafate, província de Santa Cruz, ao sul da Argentina é uma cidade pequena e bem estruturada que oferece todo tipo de aventuras ao ar livre. É lá que encontraremos o famoso Glaciar Perito Moreno –  localizado em uma zona rodeada por bosques e montanhas, dentro do Parque Nacional Los Glaciares, criado em 1937. O glaciar é considerado uma das reservas de água doce mais importantes do mundo.

Para explorar esse gigante branco é possível fazer um mini-trekking sobre o glaciar ou o concorrido passeio de barco, que passa pelos lagos em meio a icebergs até bem perto dos glaciares.

Ainda em Santa Cruz, distante cerca de 210km de El Calafate, está em El Chaltén. Uma Vila situada aos pés da cordilheira dos Andes, onde existem uma série de opções de passeios, trekkings e travessias, conforme o perfil e preparo físico de cada viajante.

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[styled_box title=”M) Bariloche – Região dos 7 lagos” color=”yellow”]

Sobre a costa sul do lago Nahuel Huapi, dentro do Parque Nacional Nahuel Huapi, e a 770m sobre o nível do mar, se encontra San Carlos de Bariloche: uma das cidades mais povoadas da província de Río Negro, e um dos centros turísticos de maior importância dentro da Republica Argentina.

Na margem oposta do lago, encontramos Villa la Angostura, uma aldeia de montanha que hoje conta com o Centro de Esqui e Montanha Cerro Bayo, a excelente excursão ao Bosque de Arrayanes e uma completa oferta de atividades para os amantes da natureza. Na direção norte está a cidade de San Martin de los Andes, que oferece um entorno natural privilegiado, diversos passeios e boa gastronomia.

Na GoldTrip encontramos a dica de um passeio bem interessante: O Bosque de Arrayanes – o símbolo de Villa la Angostura localizado no Parque Nacional Arrayanes. O “arrayán” é uma árvore bastante comum no Parque Nacional, mas neste Bosque existe uma verdadeira comunidade de exemplares que, em alguns casos, passam dos 650 anos de idade. A principal característica deste bosque é a especial sensação de percorrê-lo em silêncio, desfrutando dos contrastes de luz e da particular harmonia de formas e cores. A isso, soma-se a navegação pelo lago Lago Nahuel Huapi. Localmente, devem ser pagas a taxa de porto (2 pesos) e a entrada ao Parque (30 pesos). Certamente um passeio bem gostoso para fazer com crianças.

Na Adventure Club encontramos essa dica para Cerro López e Colonia Suiza: Partindo de Bariloche através da Av. Bustillo, nos dirigimos a oeste para desviarmos pela rota do Circuito Chico até a base de Cerro López, e continuar caminho até Colonia Suiza, colônia de imigrantes franco-suíços, importante a anos pela qualidade de colheitas de trigo. Atualmente, seus decendentes, são reconhecidos pela produção de conservas, doces, licores caseiros de frutas, e pela preparação do tradicional curanto, comida araucana elaborada com diferentes carnes e verduras cosidas entre pedras quentes, colocadas em uma fosana terra. À partir deste povoado se sobe até Cerro López com sua neve permanente e sua vista panorâmica inigualável. neste refúgio se pode fazer várias e interessantes caminhadas, como por exemplo ao Pico Turista, o pico principal de López e la Hoya.

Também ficamos com vontade de fazer o passeio de teleférico do Cerro Campanário e o passeio de barco para a Ilha Victória… além das outras tantas atrações que existem nessa região.

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[styled_box title=”N) Chile” color=”yellow”]

Saindo de Bariloche, vamos para o Chile (ainda não sabemos por onde), rumo norte até Santiago, de onde entraremos novamente para Argentina, para Mendoza e seus arredores. Aguardem o post sobre planejamento no Chile 😉

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[styled_box title=”O) Mendoza” color=”yellow”]

Mendoza é a capital e a maior cidade da província de Mendoza, nas bordas da Cordilheira dos Andes. Além de ser um dos mais importantes pontos turísticos da Argentina, Mendoza recebe o título de “adega da Argentina”, pois a região metropolitana mendoncina detém 70% da produção vinícola da Argentina, e esta ocupa o honroso 5º lugar no mundo.

É também a cidade que recebe montanhistas em busca de aventura na maior montanha das Américas. Com 6942m de altitude, o Aconcágua domina a paisagem da região, promove o turismo e movimenta o comércio da cidade.

No Blog Territórios, tem um post da Roberta Martins onde ela descreve alguns pontos que nos interessou: “A cidade foi construída no meio do deserto, mas nem parece, pois todas as ruas são arborizadas. Quando plantaram as árvores, construíram um sistema de irrigação que mantêm elas com as folhas verdes e o calor mais ameno. As águas do rio Mendoza percorrem canaletas por toda a cidade molhando as raízes.
…o melhor da cidade é passear pelo centro, comprar lembranças, comer medias lunes e sorvete de doce de leite em alguma das muitas confiterias, caminhar pelo parque SAN MARTIN, subir o CERRO DE LA GLORIA e para finalizar curtir a noite nos bares da rua ARISTIDES VILLANUEVA, super charmosos.”

… bom essa parte de curtir a noite… talvez um passeio para ver o movimento, porque com filhotinho de 3 anos, a noite é para dormir 😉 hehehe

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Nos arredores de Mendoza também soubemos de alguns lugares que nos deixaram com muita vontade de conhecer, dentre eles a Reserva Natural La Payunia. Estamos pesquisando mais sobre ela e outros atrativos. Quem souber e quiser dar dicas… comenta ai pra gente 🙂

Para saber sobre outros assuntos interessantes desse planejamento:

Outros links sobre Argentina

Links de viajantes de motorhomes com dicas sobre estradas e campings

 

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8 Comments

  1. Valéria Vieira Beirouth's Gravatar Valéria Vieira Beirouth
    19 de abril de 2013    

    Ótimo texto! Realmente, a Argentina é apaixonante e tem muitas atrações a serem exploradas. E o que dizer de Buenos Aires? É uma cidade que também não se esgota. Adoro e não me canso nunca!
    Muito obrigada pela inclusão do link com nosso post sobre Ushuaia.
    Abraços!

    • 19 de abril de 2013    

      Oi Valéria,
      Obrigada pelas palavras.
      Só quero ver a hora que chegarmos na Argentina… vamos ter que dobrar o tempo da viagem pq certamente vamos querer conhecer tudo! hahaha

      Nós que agradecemos as dicas 😉
      abs!

  2. Claudia's Gravatar Claudia
    8 de maio de 2013    

    Adorei o post! Estou ansiosa para ver o planejamento do Chile! Estamos indo em setembro, faremos Ushuaia, El Calafate, El Chaltén e Torres del Paine, mas não sei de ninguém q tenha feito isso no inverno, todos posts q eu vejo é de gente q foi no verão! E tb não vi ninguém indo a El Chaltén e Torres del Paine com criança, vocês sabem se dá para aproveitar bem esses lugares sem fazer trilhas, fazendo passeios de carro? Abraços, Claudia @pequenoviajante

    • 8 de maio de 2013    

      Oi Claudia querida!!!
      Nós tbém pretendemos sair no final de setembro (se tudo der certo) e ir descendo com calma. Será que a gente consegue se encontrar em algum lugar? Seria delicioso 🙂
      Pois é… tbém não vimos relatos de famílias com crianças pequenas nesses lugares… mas, como estaremos de motorhome, teremos mais condições de entretê-lo melhor se o destino não for lá essas coisas pra ele. E ai, é só seguir para o próximo 😉
      Estou as voltas com um post sobre GPS, e o próximo vai ser sobre o Chile 🙂
      bjos de nós3 pra vcs3

  3. Roberta Martins's Gravatar Roberta Martins
    20 de maio de 2013    

    Olá Lyanne, Marcelo e Gael

    Que viagem maravilhosa essa! Vou acompanhar certo, ainda não consegui conhecer todos eles. Península Valdez está entre os mais desejados.

    E fico feliz por ter inspirado uma parte do roteiro, descobri uma Mendoza diferente por ter me hospedado em casa de amigos.

    bjs

    • 28 de maio de 2013    

      Oi Roberta!!! Será uma alegria ter vc nos acompanhando 🙂 bjkas

  4. Diana's Gravatar Diana
    8 de setembro de 2013    

    Olá, em quantos dias vocês fizeram esta viagem? Obrigada!

    • 17 de setembro de 2013    

      Oi Diana,

      Esse post não é de uma viagem realizada e sim de um planejamento de lugares interessantes pra gente ir. Como nossa ideia é viajar de MotorHome, não temos tempo determinado. Faremos no tempo que quisermos… se um lugar estiver bom, ficamos mais tempo, se não estiver, vamos embora.
      Agora,… pra vc, tudo vai depender de como vc vai viajar; de carro, avião, ônibus… enfim… consulte uma agência especializada que eles podem te orientar inclusive sobre roteiros 🙂

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